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Fronteira
Neste território as marcas das divisões territoriais e da presença (histórica e atual) do Estrangeiro são muito evidentes na paisagem.A marca fortíssima da vinha e da oliveira, tão caracterizadoras das culturas do Mediterrâneo, implicam uma atenção às convulsões humanas que nele assistimos nos últimos anos.
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Fronteira
Neste território as marcas das divisões territoriais e da presença (histórica e atual) do Estrangeiro são muito evidentes na paisagem.A marca fortíssima da vinha e da oliveira, tão caracterizadoras das culturas do Mediterrâneo, implicam uma atenção às convulsões humanas que nele assistimos nos últimos anos.
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WEBSITE DO PROJETO

Ficção-Matéria
FICÇÃO implica MATÉRIA. Durante todo ano o sinal => implica serve para interpelar as paisagens e as pessoas. Uma implicação no que se faz. Como inventar matérias para mais ficções. E com a ficção …que matérias se criam?
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WEBSITE DO PROJETO
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Matéria-Ficção
Uma paisagem é sempre uma construção enamorada e tensa entre matéria e ficção, entre solo, vento, expectativa, desejo, entre experiência e gesto repetido.
O sinal matemático de equivalência <=> instala a procura do que é assimétrico, o que o fica fora da equivalência, o que sobra.
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Bios Cartas
CARTAS DA PAISAGEM E DA LIBERDADE

Que relações existem entre liberdade e paisagem? Em que lugares nos sentimos livres? E quais são os que nos enclausuram ou nos tiram a liberdade? Que características têm estes diferentes lugares? Onde é que gostamos de correr, de caminhar, de sentar, de parar, de ver e olhar, de contemplar?
No ano de 2014, o 25 de abril comemora os seus quarenta anos e procuramos a liberdade. Procuramos as liberdades. E procuramo-las também nas paisagens.
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Bios Segredos
O que não se vê logo. O que não se ouve à primeira. O que não se cheira de imediato. O que não se saboreia com a pressa. O que não se toca porque se estranha. O segredo e o(s) poder(es) as suas marcas evidentes de separação nestas e noutras paisagens.
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Biografia e Identidades
A criação de biografias é aqui entendida como um modo de criar e refletir sobre a realidade de hoje pensando e agindo com as vidas entrelaçados das pessoas nas paisagens. O ato de contar a vida de uma pessoa, de um objeto, de uma planta ou animal permite perspetivar singularidades e necessariamente interrogar o seu tempo e o tempo histórico. Da fauna à flora, às tipologias das paisagens, a tensão entre novo e antigo, entre memória e futuro. E que modos para grafar BIOS sem ser através da escrita?
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2X Espelhos e Identidades
‘E de tudo os espelhos são a invenção mais impura’.
Herberto Hélder

O 2x – espelhos confronta-se entre estas duas afirmações. Interroga modos de ver e modos de representar corpos e lugares, através da imagem especular. O centro é a pessoa, os modos como esta se vê, se relaciona consigo, com os outros e com os lugares em que vive.
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‘O Douro tornou-se uma terra com excesso de identidade que oscila entre o genérico e o postal’.
Álvaro Domingues

Criar uma capsula, um relicário de lembranças ou imaginários – as construções da identidade do “Douro” – rio, terra, marca – possibilidades para desmontar, rever, re-olhar o que se identifica, o que se repete, o que se cristalizou no tempo, o que fugiu ou ficou rio abaixo ou rio acima.

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O Espaço
Num futuro próximo, dentro de 10 a 15 anos, as crianças e jovens que contactaram com as atividades deste projeto estarão na vida ativa, terão os direitos e deveres de uma cidadania portuguesa e europeia. Como serão os espaços que os envolvem? E sobretudo como olharão e atuarão sobre esses mesmos espaços? Como será lido o território, o mundo e o universo Como se configurará a vida nesta região do Douro ou noutras regiões onde viverão estas crianças e jovens? Estas são algumas das questões que percorrem os espaços próximos e distantes deste projeto em conjunto.
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Projeto Água
Os dois anos do projeto envolvem a presença da agua neste território cujo nome é dado por um rio. Como se vive e se pode vir a viver, como se imagina e o que se quer projetar sobre um elemento comum entre humanos e mais que humanos, entre pessoa e paisagem?
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Bios Biografias - EDP Bios Biografias - EDP Residencial Veiga
As residenciais são lugares de passagem num território em que a circulação de pessoas, bens – dos trabalhadores da vinha aos turistas nacionais ou estrangeiros – é uma das características da vida nesta região. Este programa arranca na Horta da aldeia da Veiga, em Santa Marta de Penaguião.
Ler Debaixo de uma Árvore
Este programa propõe um mergulho na leitura (sempre que a meteorologia o permitir) em árvores importantes no caminho, nos lugares e para as pessoas.
Café Central
Todas as terras tem um (ou mais) café central. Este é um programa para estar com as pessoas nos lugares de encontro e de estar que são os cafés.
Oficinas 2+1
Programa de oficinas 2017

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Registar em som espaços de parar nas paisagens.
Paisagem e Cinema
O Espírito da Colmeia, Vítor Erice, 1973
Experimentar e pensar a paisagem tem uma relação incondicional com o cinema.
Procura-se, aqui, implicações da ficção cinematográfica na construção dos lugares.
Nestes percursos procura-se experienciar as paisagens de modo a alargar a consciência de todos os sentidos envolvidos neste espaço e neste tempo.
* Este programa resulta de uma parceria entre a UTAD e o Museu do Douro.
Mestrado em Arquitetura Paisagista e o Serviço Educativo.

O registo possível das pesquisas e ações realizadas são o motor desta linha de trabalho essencial deste programa: editar para criar ação e reflexão. O Serviço Educativo edita documentos sínteses para cada um dos projetos (e outras atividades como seminários e palestras) que realiza com o intuito de registar, refletir, avaliar e disseminar as propostas de trabalho a outros contextos em paralelo com a pesquisa sobre uma arqueologia do realizado.